
Review sobre a cadeira Herman Miller Embody Logitech/Gaming
Observação:
Cadeira NÃO É UM PRODUTO UNIVERSAL. Dependendo das variáveis de cada usuário, uma cadeira nota 10 pode cair drasticamente de nota. Essas variáveis impactam diretamente no encaixe, conforto, durabilidade, saúde (física e mental) e na ergonomia do usuário durante o uso do produto. Então, SEMPRE recomenda-se realizar a consultoria para não errar na compra.
É importante consultar o especialista antes da aquisição para evitar dor de cabeça e problemas futuros de saúde. Então se tiver qualquer dúvida de qual a melhor cadeira para seu perfil de uso, entre em contato ou envie uma mensagem pelo Whatsapp para realizar a consultoria.
Primeiro Ponto
Base, rodas e pistão

Vamos começar pela estrutura, a Embody conta com um conjunto de rodas de 60mm, que deslizam bem sobre a superfície, mas com ruídos em movimentações. As rodas são revestidas sutilmente em PU. Possuindo assim, proteção anti riscos.

A base da Embody é em Alumínio, com uma boa qualidade de construção.

Seu pistão é de boa qualidade: classe 4
Com o que que permite aguentar o limite máximo de 150kg. Mas aqui aconselhamos o limite máximo de 120kg de acordo com a altura máxima do usuário e o restante da estrutura da cadeira (136kg de acordo com a fabricante).
*Suporte de peso # conforto.*
Segundo Ponto
Mecanismo e reclinação

Seu mecanismo é o Multi-funcional Tilt, com uma ótima qualidade de construção e que permite a regulagem de altura assento, função balanço, controle da tensão da função balanço e o limitador do balanço.
Terceiro Ponto
Assento e braços

Os braços são 2D, realizam o movimento: baixo, cima e os angulos laterais. A qualidade dos braços são bons, firmes e com um pad de grande chapa superior e com médio conforto na questão de maciez. Porém, aqui esperavamos muito mais por ser uma cadeira na faixa de mais de 16 mil reais no mercado. Já que não é dificil encontramos diversas cadeiras que custam 1/4 do valor com braços 4, 5 ou até 6D no mercado.

O assento da Embody é em aba reta, acomoda bem até usuários mais coxudos. Mas vale mencionar, que de longe, não é um dos mais confortáveis que tem no mercado.

O assento possui Slider (ajuste de profundidade do assento), mas mesmo assim não tem longo alcance de cobertura. Mesmo com 1,77 de altura e usando no máximo para frente, ainda ficou um enorme vão (mais de 5 dedos de espaço) entre os fundos do meu joelho com a frente do assento.
Quarto Ponto
Encosto

O encosto da Embody é fixo, não possui regulagem de altura. Conta com a função de limitador de balanço em 3 pontos.
Obs: A médio prazo, existem diversos relatos que o plástico de trás da cadeira com o tempo apresenta diversos rangidos em qualquer movimentação na cadeira. Para alguns usuários sendo insuportável a questão do desconforto no uso da mesma.
Quinto Ponto
Tecido e estrutura de construção abaixo no assento

Partindo para o tecido, aqui a cadeira é revestida por tecido de poliéster, com uma boa qualidade de construção. A marca informa que é um revestimento com infusão de cobre que evita o acúmulo de calor, mas no dia a dia, não percebemos esse ganho real.

Vale lembrar que no conjunto são 4 camadas de construção no assento. Sendo elas compostas por: 1 camada de malha, 1 camada de espuma e 2 camadas de molas.
Sexto Ponto
Lombar/cervical
A Embody não possui suporte/apoio de cabeça, que quiser vai ter que recorrer a compra de peça de marca terceira. Porém, vale lembrar do alto risco, pois perde a garantia. Mas caso queiram adquirir, recomendamos o apoio da Atlas, pois foi desenvolvido especialmente para a Embody e realmente da uma mudança significativa no conforto da mesma.
Ele é 3D, possuindo ajuste de altura, angulação e profundidade, conseguindo até mesmo ficar ativo na cabeça/cervical do usuário.

A embody não possui ajuste de lombar efetivo, ele é fixo e tem a curvatura desenhanda no próprio layout do encosto. A marca “vende” como se fosse ajustável, mas o que existe na verdade é o ajuste de reclinação praticamente simbólico na alavanca do mecanismo.

Sendo mais um ponto que decepciona muito pelo alto valor da cadeira que em teoria se vende como “completa”, mas não tem apoio de cabeça e ainda peca na parte da lombar. O nível de ergonomia da cadeira é mediano no geral.
Sétimo Ponto
Garantia

Em teoria, na garantia, a Herman Miller oferece 12 anos de garantia em suas cadeiras. Os vendedores batem muito nessa tecla na hora da “armadilha” para o consumidor aceitar pagar o extremo e elevado preço das cadeiras da marca no Brasil.
Porém, tome muito cuidado, pois existe uma pegadinha no termo de garantia. Onde a empresa se isenta do principal ponto importante ao usuario que é não oferecer garantia quanto a: Falhas resultantes de desgaste normal.
Mas o que seria isso? (Resposta da própria Herman Miller)
Uma falha resultante do desgaste normal refere-se a problemas ou danos que ocorrem em um produto como resultado do uso regular ao longo do tempo. Isso significa que, conforme o produto é utilizado, certas partes podem se desgastar ou se deteriorar naturalmente devido à exposição contínua a condições normais de uso.
É importante ressaltar que essas falhas não são atribuídas a defeitos de fabricação ou problemas de qualidade. Em vez disso, elas são uma parte esperada do ciclo de vida do produto. No caso específico da cadeira, isso pode incluir desgaste nos componentes devido ao uso repetido, exposição a condições ambientais ou simplesmente ao passar do tempo.
Em resumo, é parecido com esses memes que fazem de comerciantes chineses vendendo na internet: “complou puske quis, num tem galantia.” Por isso são inumeros relatos de garantia negadas aos consumidores da marca.
Link do termo de garantia Herman Miller: https://novoambiente.vteximg.com.br/arquivos/termo-garantia-herman-miller.pdf
Especificação: Cadeira Herman Miller Embody Logitech
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